PLAYLIST 114 – A seleção comentada da semana

Tems – “No Woman No Cry”– A cantora nigeriana regravou um dos clássicos de Bob Marley para a trilha do novo Wakanda Para Sempre, prólogo/sequência do super sucesso Pantera Negra que sai em novembro.

Athletes Of God + Lady Blackbird – “Don’t Wanna Be Normal”– O vozeirão cheio de soul da “Grace Jones do jazz” é o destaque na releitura contemporânea, com texturas eletrônicas, de uma canção de afirmação e libertação gravada originalmente por Randy Crawford, em 1986.

Plains – “Problem With It“ – O quarteto americano de indie-quase-art-rock lança em outubro seu novo álbum, Nicks and Grazes, recheado de electro-pop intrigante, por vezes desconcertante.  

Palm – “Feathers” – Duas artistas de indie rock, Jess Williamson e Katie Crutchfield (que você conhece como Waxahatchee) se juntaram para criar um projeto em dupla, homenageando, com ele, suas influências country. 

Hot Chip – “Eleanor”– Sai daqui a duas semanas o oitavo album do quinteto britânico de pop eletrônico, Freakout/Release. Antes, aqui vai uma provinha. 

King Princess – “Change The Locks”– O novo single de Mikaela Straus começa como se fosse uma balada de Sufjan Stevens antes de virar um canto rock agressivo, pesado. 

Brian Eno – “There Were Bells” – Brian decidiu cantar de novo, após quase duas décadas lançando apenas música instrumental, em seu primeiro álbum em seis anos, FOREVERANDEVERNOMORE.

The Heavy Heavy – “Miles and Miles”– O quinteto é de Brighton, na Inglaterra, mas nutre uma paixão por country rock e folk americano vintage, circa década de 1960, em seu álbum de estreia, o recém-lançado Life and Life Only

Adorável Clichê – “Alarmes e Relógios” – O quarteto catarinense faz indie rock denso e profundo, a exemplo desta canção agridoce e dramática. 

Creedence Clearwater Revival – “Bad Moon Rising” – Uma amostra do show que o quarteto californiano de rock de raiz e blues elétrico fez no Royal Albert Hall, em 1970, no auge de sua popularidade (a ponto de chegar a vender mais discos que os Beatles, em determinado momento da carreira, e de ser chamado pelo New Musical Express de “a melhor banda de rock do mundo”), e que será disponibilizado somente agora, na íntegra, depois das fitas originais terem sido restauradas e mixadas por Giles Martin e o engenheiro de som Sam Okell, a mesma dupla responsável pelas recentes reedições de Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, Abbey Road, Let It Be e O Álbum Branco