Robert Plant organiza suas memórias – mas ninguém poderá ler. Por enquanto

Robert Plant aproveitou os longos meses de quarentena e organizou um arquivo pessoal com suas memórias –  “todas as aventuras que tive na música e nas turnês, projetos que acabaram nunca sendo concluídos” – , montado nos mínimos detalhes. Imagine o que não deve ter ali. Só que você e eu só conseguiremos acessar todo esse tesouro … quando ele morrer.  

Foi o que o ex-vocalista do Led Zeppelin contou na edição mais recente de seu podcast, Digging Deep, disponibilizada ontem 24 de maio.

“Eu avisei a meus filhos que, depois que eu bater as botas, é para abrir tudo ao público, de graça – só para verem quantas besteiras aconteceram de 1966 até agora. É uma jornada”, disse Plant no podcast.

Um item dessa coleção é uma carta da mãe de Robert para ele (encontrada somente três anos atrás), que poderia ter mudado o rumo da história do rock

“Você tem sido um menino muito levado”, ralha a mãe de Plant na carta. “Por que não volta para casa? Sue quer saber para onde você foi. Ah, e aquela vaga de contador em Stourport-on-Severn ainda está aberta. Por que você não volta para casa e a gente faz de conta que nada aconteceu?”.